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Mostrando postagens de fevereiro, 2012

Quer casar comigo?

Hoje tomei conhecimento da tradição de alguns países que me surpreendeu muito e ao mesmo tempo achei bem interessante. Principalmente depois de ler uma matéria no jornal sobre o leap year . Nos anos bissextos, o dia 29 de fevereiro é reservado às mulheres pedirem seus namorados em casamento e caso o pedido não seja aceito uma multa deve ser paga. Eu nunca tinha ouvido falar disso na minha vida. A tradição reza que a cada quatro anos não é considerada má sorte para a mulher pedir seu namorado em casamento. Num país onde as mulheres que chegam nos homens, acho que nem é preciso o leap year (gostei da palavra, aprendi hoje, por isso estou repetindo, mas é ano bissexto, tá?), mas no Brasil, eu não sei não... Bem, segundo a lenda, no século 5 na Irlanda, St. Bridget reclamou com St. Patrick que as mulheres precisavam esperar muito tempo pela proposta dos homens. Então ele decretou que que as mulheres poderiam pedir os homens em casamento no último dia extra do mês de fevereiro, ou seja, no...

Aprendizado

Definitivamente vida de imigrante não é fácil. Cheia de altos e baixos. Um dia a gente está feliz e no outro, pensa em voltar para a casa. Toda semana é uma luta para correr atrás do que quer, e mais, conseguir pagar as contas. Estar num país diferente significa que você não tem a sua família para recorrer no momento de aperto. Ou seja, ou se vira e consegue o dinheiro que vai pagar sua casa e sua comida, ou volta para casa. Mas por mais que às vezes seja difícil, não tem preço a experiência que estou vivendo, as pessoas que conheci e ainda espero conhecer. Viver fora é como rever conceitos. Aqui eu sou a Fabyana, com diploma em Management, que a primeira língua é o português e não o inglês. Na verdade, ninguém se importa se eu sou graduada ou pós-graduada ou não. Na verdade, ninguém importa se eu sou nova ou velha, o que importa é se sei fazer o trabalho ou não. E se meu inglês é bom o suficiente ou não. O que tenho visto é que morar fora é um lição de humildade. E, muitas vezes, pela...