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Mostrando postagens de julho, 2012

Vida cigana

Comecei na semana passada uma vida cigana e espero que ela não dure muito. Que em dois meses ou menos eu já esteja em uma moradia definitiva. Passei os últimos sete dias com a vista mais bonita que tive aqui em Auckland. E hoje o o céu ajudou e o sol sorriu para mim. O tempo está passando muito rápido e ando meio perdida. Mas ao mesmo tempo pensando e revendo várias coisas e conceitos. Embarquei numa grande aventura, aceitei uma proposta que jamais teria me imaginado aceitar. Ao menos no Brasil. Mas acho que se fosse diferente eu não estaria vivendo o que estou. E na verdade, agora estou aqui para arriscar. Estou num momento que estou arriscando o coração. E sinceramente, não é fácil isso quando já se decepcionou e sofreu inúmeras vezes na vida. Vivo uma relação de confiança, não sei porque, mas confio e sei que é recíproco. Mas daí isso crescer, eu não sei. Mas decidi pagar para ver. E em virtude disso, estou vivendo "ciganamente" desde a semana passada. Foi uma...

Encantada

Levei mais de um ano em Auckland para comecar a desbravar outras partes da cidade. Acho que mudar para o sul da cidade e a aquisicao do carro me deram mais liberdade para descobrir que existe mais que o centro da cidade. Depois de morar no sul por tres meses, agora estou no norte. Espero que por mais tempo, mas enfim, e a paisagem que tenho saindo de North Shore e atravessando a ponte que me encanta. A cidade das velas e realmente linda. E e complicado explicar o que vejo todas as noites quando atravesso a ponte. Uma cidade de luz, de mar, de barcos... Pena que hoje nao deu para ver direito. O tempo aqui nao ajuda muito. Voce consegue vivenciar as quatro estacoes do ano em apenas uma hora. E ultimamente a cidade esta sendo coberta de nevoeiro. E hoje e um desses dias. Este inverno esta bem diferente do ano passado.  Para ter uma ideia do que estou dizendo, aqui vai uma foto:  Ate breve!

Ser paciente

Está aí uma coisa que eu posso ser muito e outra que eu não gosto de ser. Paciente no sentido de ir ao médico me deixa bem impaciente. Odeio pensar na possibilidade de ter que tomar remédio. E do jeito que eu acordei hoje, pensei que teria que ser paciente hoje. Mas por milagre, meu corpo deu uma reagida no final do dia e aqui estou eu escrevendo no blog. Hoje foi um dia que quis realmente sumir. Voltar para o conforto e segurança da minha cidade natal. Com isso, acabei ouvindo músicas e relembrando os velhos tempos de lá. Fiz questão de colocar músicas bem alegres (daquelas do carnaval de Salvador) para ver se fazia meu corpo reagir. Definitivamente precisar de médico neste país não é uma coisa que me deixa muito tranquila. Por outro lado sou um ser paciente. Mas toda paciência tem limite também. E acho que a minha está chegando ao fim. Posso estar no calor das emoções, mas preciso pensar bem no que vou fazer. Bem, o jeito agora é continuar procurando casa (ainda na indecisão)...

O que aconteceu

Não faço a mínima ideia do que aconteceu com a minha postagem anterior. Mas tentei de todas as formas arruma-la e não consegui. Talvez selecionando consiga ler alguma coisa, mas mudar que é bom, nada.  Estou eu aqui doente, crente que vou estar melhor amanhã para a minha busca por um trabalho de verdade, em horário comercial que me proporcione ter vida social e lazer. Estou pedindo muito? Bem, acho que todos merecemos isso. Então não estou pedindo muito. Mas esta gripe que se apoderou do meu corpo está acabando comigo. Hoje fiz algumas coisas que precisava, como cuidar do cabelo e aspirar a casa. Mas no fim... Não fui muito feliz. Voltei para a cama e sei lá, com uma sensação horrível. Diminui a dosagem do remédio por conta própria, depois de passar a noite de ontem coçando. Já basta a gripe, não preciso de alergia agora, né? Além de um trabalho para pagar minhas contas, preciso de uma casa para morar também. A princípio meu problema está temporariamente solucionado, m...

Atualização rápida

O cansaço é muito, mas resolvi dar uma visitinha no blog para atualizar as informações. Na verdade é para dizer mais que estou viva ainda. O mês de junho foi extremamente intenso: um mês de espera, de procura, de doença (estou ficando doente de novo) e pensar em jogar tudo para o alto. A espera foi por uma pessoa, que acabou chegando só agora em julho. A procura foi de casa e de trabalho. O mês acabou e tudo está indefinido ainda, mas os paliativos apareceram. Por se falar nisso, estou confiando muito em uma coisa, o que é bem atípico. A mineirinha aqui é sempre desconfiada, mas desta vez não. O mês também ficou marcado pela minha primeira falta ao trabalho por causa de doença. Meu corpo arreou mesmo. De não conseguir sair da cama. Acho que juntou o frio com o stress e a gripe  veio com toda força. Também foi um momento de reflexão sobre a difícil arte da convivência, mas este será tema de um post futuro, assim que eu me mudar de novo. Acho que este tem que ser um text...