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Dica de compra 1

Como eu disse quando eu mudei o foco do blog, o espaço vai falar de viagens, mas também de beleza. E este será o tema dos próximos posts. Morar em outro país me proporcionou tempo para andar nos supermercados e lojas, e também para fazer testes de produtos para a pele. E o primeiro que adquiri foi um protetor solar. Vamos ao meu histórico: branca, pele oleosa, com tendência a espinhas. Ou seja, não pode ser qualquer protetor solar. Como o meu estava no fim, e a recomendação médica era usar diariamente no rosto, tinha que ser um protetor solar sem óleo. Comecei a minha busca. E nas prateleiras do supermercado de Auckland eu encontrei o Age Shield Face, SPF 70, da Neutrogena. Protetor Solar Oil-free A embalagem dizia que tinha proteção superior de combate aos efeitos da idade (não que esteja precisando, mas achei isso importante na hora), e o principal: livre de óleo. O tamanho da embalagem e o preço agradaram muito, se comparado com o que comprava no Brasil. Comprei. Es...

Mochila/ Backpack

O tema de hoje pode não agradar muito às mulheres que gostam muito de estar bem arrumadas, e que para elas a bolsa é parte fundamental do vestuário. Mas, a dica de viagem de hoje é de um artigo indispensável a qualquer viagem: a mochila. Eu era adepta da bolsa e livros na mão até a minha primeira viagem internacional. Depois do meu primeiro dia andando torta pelas ruas, a primeira aquisição foi uma mochila para distribuir o peso nas costas. E definitivamente, ela é extremamente útil em qualquer tipo de viagem. Ou seja, se estiver planejando viajar a estudos ou de férias mesmo, e vai fazer todos os programas turísticos da cidade, sair de manhã e somente voltar a noite... O segredo é a mochila. Distribui o peso, cabe tudo o que precisa levar, e ainda pode comprar as fotos, souveniers, e colocar tudo dentro dela. É um item que não abro mão mais. Numa viagem recente só levei uma mochila de viagem, e andei com a minha bolsa. Super arrependimento. Estava sempre torta e na hora das f...

Bagagem de mão

A bagagem de mão pode salvar a sua vida. E se toda companhia aérea permite o seu uso, por que não usa-la da melhor forma possível? Com tudo para uma emergência e sem ultrapassar o limite de peso permitido. Isso sem contar ainda que a mochila com o notebook não entra nesta contagem de peso. Ou seja, nada de economizar na bagagem de mão. Mas não leve a frase anterior tão a sério. O importante é ter o necessário para a viagem. Incidentes acontecem e a bagagem de mão está aí justo para isso. Quando for viajar, sempre lembre que, no caso de avião, existe o desagradável extravio de bagagem. Então serão as peças de roupa da bagagem de mão a salvação dos primeiros dias. Outra coisa é algo derramar na sua roupa e ser necessário, ou pelo menos, melhor trocá-la. Pensando nisso, coloque sempre uma blusa, calça, lingerie, meia, chinelo extras no que vai levar dentro do avião. Sempre é bom ter algum tipo de agasalho. Desodorante, cremes, e outros artigos de higiene devem ter no máximo 100 m...

Arrumando as malas

Vai viajar? Ótimo! Mas antes precisa arrumar a mala. O que nem sempre é fácil, principalmente no caso da mulher. Para arrumar a mala o interessante é, antes de tudo, considerar o tempo da viagem e, se for viajar de avião, o limite de peso da bagagem. Dar uma pesquisada sobre a previsão do tempo também ajuda bastante. A primeira coisa a se fazer para garantir que não vai esquecer nada (ou quase nada) é uma lista. E a lista deve conter sapatos, produtos de higiene pessoal, roupas, no caso das mulheres, chapinha, secador, toalha (se não for ficar em hotel), exatamente tudo o que vai precisar para passar esses dias fora. Escolher roupas que não precisem passar ajuda muito. A pessoa deve também procurar montar as roupas para cada dia de viagem, e é sempre bom ter uma peça extra, em caso de necessidade. A escolha das roupas vai depender, é claro, do tipo de viagem e local para onde está indo. Mas um conselho de amiga: sempre, por mais calor que possa estar, leve algum tipo de roupa ...

Mudanças

Aos poucos vou me readaptando ao meio em que cresci. Embora não seja fácil pensar que aquela linda paisagem está bem longe e, talvez, nunca mais será vista novamente. O mais difícil tem sido me acostumar com a solidão. Pensar que meus amigos estão do outro lado do mundo e eu aqui tentando recomeçar. O que eu mais tenho tido é tempo para pensar. E o que mais me assustou foi que um dos motivos que me fez voltar, começa a não ter muito sentido para mim. E quando penso isso, bem... Começo a me questionar sobre a decisão tomada. No fundo, acho que estou com medo. Mas medo de que? De fracassar? Quantas vezes já fracassei na minha vida? Quantas vezes caí, mas também levantei? Então? Estou indo aos médicos, olhando o que há de errado com a minha coluna, e voltando a me exercitar, embora a dor ainda seja bem forte às vezes. E ando sonhando também, e alto. Mas de nada adianta sonhar se eu ficar parada, somente vivendo o sonho. Então, mãos a obra! Vamos escrever. Faz alguns dias que ...

Tres semanas de Brasil

Amanha completa trés semanas que estou de volta. Bem e o tempo passando bem rápido. Aos poucos vou me ajeitando. As duas primeiras semanas foram as mais difíceis por causa do fuso horário. Agora, ao fim da terceira, posso dizer que aos poucos estou entrando nos eixos. Adquiri uma nova cadeira para o escritório, assim posso passar mais horas em frente ao computador escrevendo o meu livro e procurando emprego. Comprei uma panela elétrica de fazer arroz (bem, a NZ continua comigo em alguns hábitos adquiridos). Fiz o teste do Toeic e entrei em contato com algumas pessoas para conseguir emprego. Ah, e agora estou em dia com as minhas obrigacoes eleitorais. Posso dizer que comecei a entrar no fuso também, apesar de ainda estar acordando tarde. Depois de duas semanas trocando o dia pela noite, já estou conseguindo dormir mais cedo (por volta de uma da manha), mas continuo acordando tarde. Porem, meu sono não tem sido dos melhores. Comecei a me preocupar com a questão do trabalho. Quando ...

A volta

Eu pensei que fosse cair no choro na minha despedida, não aconteceu. Depois achei que fosse cair no choro quando o avião decolou e não aconteceu. Chorei sim, mas aquele choro manso, curto, quando quase as lagrimas não caem. Um choro mais de saudade do que de tristeza por estar voltando. Eu não sei se não era real ou se simplesmente entendi que meu tempo havia vencido e era hora de voltar e recomeçar. O choro maior aconteceu na minha ultima caminhada na praia. Naquele momento percebi que seria a ultima vez que faria aquilo, que veria Rangitoto (uma ilha vulcânica) e que eu estava indo embora. Ali eu comecei a chorar. Por mais que eu soubesse que voltar era a melhor opcao (espero que eu esteja certa), saber que tudo aquilo seria passado e memorias me fez chorar. Estava voltando sem conseguir tudo o que eu queria, mas eu fiz ate um pouco mais do que pretendia. Conheci Queenstown. Uma cidade linda, parece que foi desenhada. Fiz jetboat, um passeio num barco em alta velocidade, num...