Pular para o conteúdo principal

Aqui de novo

A semana está tão corrida que nem tive tempo de voltar ao blog. Se for pensar bem nem poderia estar aqui agora, mas estou. E já que estou, não vou falar de rugby, até mesmo porque essa semana não vi nada sobre o assunto. Minha vida tem sido estudar, trabalhar e ficar doente.


Depois de conviver com um monte de gente gripada e sem voz, resolvi me juntar a eles e ficar gripada e sem voz. Na verdade, é mais uma dor de garganta com uma tosse que insiste em aparecer nos momentos mais inoportunos, como no trabalho, por exemplo. A crise vem e pronto. Esquece. Passei pelo corpo ruim e agora me resta ficar quieta na medida do possível e recuperar, pois tenho certeza que isso é gripe mal curada.


No mais, essa semana foi de trabalho, de conhecer gente nova e de não cumprir meu cronograma devido ao meu estado de saúde não muito bom. Também fiquei feliz porque uma nova amiga está vindo para a Nova Zelândia, ou seja, o círculo crescendo. Também foi uma semana para rir, embora gripada, rir do meu ex-chefe falando que dormiu em frente ao computador conversando comigo (devo ser mesmo enfadonha), do trabalho e dos comentários.


Agora é fazer meu trabalho, estudar para a prova, cuidar de mim e me preparar para All Blacks e França no sábado e Fiji e Samoa, este último ao vivo, no Eden Park no domingo. E dar um jeito de lavar minha roupa, já que a máquina estragou e não existe tanque neste país. Já ofereceram a máquina, vamos ver se consigo ou se é só brincadeira mesmo.

Comentários

Postagens mais visitadas deste blog

Sorte

Tenho que me considerar uma pessoa de sorte. Apesar de todos os contratempos que aconteceram desde a minha última semana antes de viajar para o Brasil, o conturbado trajeto, mais o curto período para fazer milhares de coisas e  voltar as coisas estão começando a entrar nos eixos. Assim eu espero. Chegar na Nova Zelândia sem ter um lugar para ficar foi realmente duro para mim. Tive teto, carinho e umas boas risadas, mas saber que você não tem seu lugar me deixou realmente sem chão. Com isso me mudei para onde estou agora antes mesmo de conseguir o carro e gastei fortuna e tempo em ônibus. O que também foi não foi ruim, mas melhor não gastar. A nova casa também é temporária. Então ainda não me sinto muito a vontade por aqui. O bom é que estou morando com pessoas lindas e divertidas que estão me provocando várias gargalhadas. E com isso sou obrigada a dizer que sou uma mulher de sorte. Não tem preço morar com pessoas queridas. Mas já estou me preparando para a hora de pa...

Dias de Sol - South Beach

O voo da Itália para os Estados Unidos foi tranquilo. Dormi praticamente o tempo todo. Eu estava exausta. O lado bom é que o corpo estava cansado, mas a cabeça e o espirito estavam em paz. O pouso na Filadélfia foi o melhor pouso que já vi na vida. O avião tocou o solo sem que eu percebesse que já estávamos ali. O meu próximo destino: Miami. Passar na imigração foi bem mais rápido do que na ida. Sem filas, tranquilo. Fiquei feliz. Mas a mala demorou a chegar e com isto peguei uma fila enorme para passar no raio x. Pronto, meu tempo de conexão que parecia tranquilo, acabou não me dando tempo para nada. Já cheguei no portão embarcando. Fiquei impressionada com a educação dos policiais e do crew do aeroporto e American Airlines no aeroporto da Filadélfia (não tive boa impressão em Miami). Eu tentando encontrar o meu portão e pedi ajuda a um policial, que saiu de trás da mesa dele e foi até o painel para me orientar e me deu a direção certinha. Uma outra coisa que aprendi, ao viajar p...

A caminho de Roma

Estou ultra mega blaster cansada. Mas estou feliz na mesma proporção. Cheguei em Roma. Mas o caminho já valeu caso para contar por anos. Escolhi o caminho mais curto (sendo extremamente irônica), via Estados Unidos. Tinha previsão de 30 horas de viagem, sem contar o tempo de antecedência que precisamos chegar ao aeroporto e até o hotel. Mas já estou acostumada a isto. A viagem começou pelo aeroporto de Confins, que por sinal mereceu vários elogios. A reforma ficou excelente. E tem a vantagem de não ser tão movimentado quanto Guarulhos. A viagem para Miami foi tranquila e bem rápida. Fiquei decepcionadíssima com a aeronave. Mas como viajei sozinha, pude esticar os braços e ler muito. Já em Miami, o aeroporto me surpreendeu. Eu acostumada com Oceania e sul americanos, quase tive um troço quando vi que tinha que pegar um tram para passar pela imigração. Como tinha dormido no voo, neste momento ainda estava animada. Ainda tinha pouca coisa aberta, então resolvi andar para conhecer...