Está aí uma coisa que eu posso ser muito e outra que eu não gosto de ser. Paciente no sentido de ir ao médico me deixa bem impaciente. Odeio pensar na possibilidade de ter que tomar remédio. E do jeito que eu acordei hoje, pensei que teria que ser paciente hoje. Mas por milagre, meu corpo deu uma reagida no final do dia e aqui estou eu escrevendo no blog.
Hoje foi um dia que quis realmente sumir. Voltar para o conforto e segurança da minha cidade natal. Com isso, acabei ouvindo músicas e relembrando os velhos tempos de lá. Fiz questão de colocar músicas bem alegres (daquelas do carnaval de Salvador) para ver se fazia meu corpo reagir. Definitivamente precisar de médico neste país não é uma coisa que me deixa muito tranquila.
Por outro lado sou um ser paciente. Mas toda paciência tem limite também. E acho que a minha está chegando ao fim. Posso estar no calor das emoções, mas preciso pensar bem no que vou fazer. Bem, o jeito agora é continuar procurando casa (ainda na indecisão), já que outros fatos se apresentaram hoje. E isto me mata... Quem sabe marcar a passagem e voltar para o Brasil não é a solução?!
Vamos ver o que uma noite de sono vai fazer por mim. Espero estar melhor amanhã para começar a guardar as minhas coisas nas malas e deixar somente o estritamente necessário do lado de fora. Ou seja, roupas para trabalhar, dormir e casacos e mais casacos... frio...
Gripe sai de mim que este corpo não te pertence.
Até breve!
Comentários
Postar um comentário