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Miami - O que fazer

Muita gente pensa em Miami somente como um centro de compras. E realmente não deixa de ser. Mas lá é bem mais que isto. Como eu queria praia, fiquei na Collins Avenue, um quarteirão da Ocean Drive. E é ali que rola o burburinho de South Beach.

Praticamente todos os hotéis contam com um bar em baixo, o que já deixa a gente empolgado quando chega por lá. É tanta atração por ali, que fica até difícil escolher onde ficar. Eu achei a cidade, ou ao menos, aquela parte da cidade meio louca. Desfile de carros, música, garçons te chamando para ficar ali. Pessoas com cobra no meio da rua. Mas muita música cubana.

Mas se o interesse é comprar a coisa muda de figura. Não posso negar que lá é um paraíso de compras, mas pensar que vai economizar muito, acho um pouco de engano. Salvo em alguns produtos bem específicos. A alta do dólar deixou de ser um super atrativo para quem compra por lá. No entanto, é impossível não comprar nada.

Em South Beach existem várias lojas, ou melhor, praticamente todas que encontramos nos outlets, e vi algumas promoções idênticas nos dois lugares. Ou seja, dependendo de onde estiver, o gasto com transporte não vai valer tanto a pena. Mas se pensar em conhecer Miami, o passeio vale a pena. Consegui ver um lado diferente da cidade no trajeto de South Beach até o Dolphin Mall, o único outlet que conheci.

Definitivamente não dá para comprar na primeira loja que se vai. O ideal é ir dar uma olhada em tudo e ver o que vale a pena comprar. Embora eu tenha comentado anteriormente que não achei os preços muito bons devido ao dólar, tem muita coisa que pode sair mais barata que no Brasil. Mas ledo engano que vai gastar pouco dinheiro.

Para não perder tempo, eu fui direto nas lojas que queria. Vi peças lindas, que quando pensava na conversão desistia de comprar. Procurei algumas encomendas. Resisti às bolsas da Guess (realmente tinham uma promoção ótima), e comprei umas peças de roupa. Victoria's Secret também valendo a pena. Acabei voltando à loja da Collins Avenue no dia seguinte e comprando outras coisas. Além de me apaixonar pelas peças ainda tinha um super brinde.

Eu não sou a pessoa ideal para falar de compras em Miami. Não viajei com este intuito. Na verdade, acho que até comprei mais do deveria. Entretanto, voltei com a mesma mala que fui. Ou seja, não adicionei nenhuma outra bagagem ao pacote. E isto me deixou feliz! Estou numa fase em que quero parar de comprar. Já tenho mais do que o suficiente. E ler o livro da Leila Ferreira (A Arte de Ser Leve) durante a viagem me ajudou a controlar meus institutos consumistas. A dica é: faça compras, mas aproveite a cidade, o mar, a energia, porque estas coisas nunca serão tiradas de você.

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