A viagem a Roma aguçou minha curiosidade sobre o passado. Estudamos história, mas muita coisa fica perdida no tempo ou na memória. Então resolvi pesquisar um pouquinho para dar mais detalhes sobre tudo o que vi e entender melhor também. Decidi começar pelo Vaticano.
A pequena cidade-estado tem aproximadamente 900 habitantes e foi criada em 1929. É onde o Papa mora. É a sede da Igreja Católica no mundo. E é também um lugar cheio de ostentação. Um lugar onde eu sempre quis visitar. E que, devido à uma promessa, eu consegui e me surpreendi.
Claro que vale repensar os valores religiosos, mas não estou aqui para julgar ou levantar a questão. Estou aqui somente para comentar sobre um lugar que é grandioso, e traz a tona a espiritualidade e a arte de séculos.
A Praça de São Pedro traz colunas gigantescas, duas fontes em seu centro e áreas com cadeiras reservadas para dias de celebrações. A fila para a entrada na Basílica de São Pedro é rápida, levando-se em consideração que ela circula toda a praça. Eu levei uma hora para passar pelos detectores de metais. Mas o que se vê ao entrar na Igreja é valioso, surpreendente. Nunca imaginei que pudesse ser tão grande.
São Pinturas, vitrais, estátuas, tudo de uma perfeição, de detalhes e cores incríveis. Por mais tempo que se passe ali dentro, dificilmente será possível perceber toda a obra de arte que está esculpida ou pintada nas paredes da Basílica. Claro que disputamos espaço com as demais dezenas de pessoas que estão ali! Quem quer aproveitar o local para rezar, pode encontrar algumas outras áreas reservadas para esta finalidade. A cada passo é algo a se descobrir.
E ao lado, nem tão ao lado assim, é possível visitar os museus do Vaticano. Em cada parte dele é possível ver uma história rica, longa, que nós, aqui no Brasil, não conseguimos alcançar esta dimensão. Acredito que só vendo mesmo. As mais belas pinturas que eu já vi estão naquelas paredes. É possível ver sarcófagos, tubulações antigas, esculturas. Um verdadeiro paraíso para quem é ligado a obras de arte. Além de ter contato com a natureza, podendo desfrutar algum tempo nos jardins.
Como tudo em Roma, o antigo se mistura com o moderno, e é possível almoçar lá dentro do museu mesmo. Existe uma espécie de praça de alimentação onde você pode escolher o que comer e também uma pizzaria e um café. As lojas de souveniers estão espalhadas por todo o museu. E é ali que se pode ter a possibilidade de visitar a Capela Sistina.
Tive o prazer de passar lá por duas vezes. Peguei o caminho curto e o longo. E agradeço por ter tido a disposição (depois de me alimentar) de optar por seguir o caminho longo até ela. Eu teria perdido partes incríveis do museu. A capela Sistina teve sua arquitetura inspirada no Templo de Salomão do antigo testamento. Tem o teto pintado por Michellangelo e suas paredes são uma combinação de pinturas de outros grandes nomes da época. Não se pode tirar foto, não se pode conversar, somente contemplar. É um lugar "sacro". É nela que os cardeais se reúnem para o Conclave.
Dicas importantes: Para entrar na basílica deve-se estar com roupas adequadas, nada de shorts ou camisetas. Então quem vai no verão, cuidado com a roupa. É tanta coisa, que registre apenas alguns momentos. Contemple mais o que está vendo. Nenhuma foto vai reproduzir tão bem o que os seus olhos estão vendo. Se quiser ganhar tempo, visite o museu do Vaticano antes, pois tem uma entrada para a Capela. Cuidado com quem vai ter oferecer furar fila. Caso compre as entradas para o Museu on-line, você já estará evitando filas. Chegaram a me oferecer upgrade do meu ingresso. Outro ponto, existem visitas guiadas, que podem ser super interessantes, pois ganha-se conhecimento. Eu preferi fazer tudo meu tempo mesmo.
Caso queira ver fotos, siga-me no instagram: fabyassuncao
A pequena cidade-estado tem aproximadamente 900 habitantes e foi criada em 1929. É onde o Papa mora. É a sede da Igreja Católica no mundo. E é também um lugar cheio de ostentação. Um lugar onde eu sempre quis visitar. E que, devido à uma promessa, eu consegui e me surpreendi.
Claro que vale repensar os valores religiosos, mas não estou aqui para julgar ou levantar a questão. Estou aqui somente para comentar sobre um lugar que é grandioso, e traz a tona a espiritualidade e a arte de séculos.
A Praça de São Pedro traz colunas gigantescas, duas fontes em seu centro e áreas com cadeiras reservadas para dias de celebrações. A fila para a entrada na Basílica de São Pedro é rápida, levando-se em consideração que ela circula toda a praça. Eu levei uma hora para passar pelos detectores de metais. Mas o que se vê ao entrar na Igreja é valioso, surpreendente. Nunca imaginei que pudesse ser tão grande.
São Pinturas, vitrais, estátuas, tudo de uma perfeição, de detalhes e cores incríveis. Por mais tempo que se passe ali dentro, dificilmente será possível perceber toda a obra de arte que está esculpida ou pintada nas paredes da Basílica. Claro que disputamos espaço com as demais dezenas de pessoas que estão ali! Quem quer aproveitar o local para rezar, pode encontrar algumas outras áreas reservadas para esta finalidade. A cada passo é algo a se descobrir.
E ao lado, nem tão ao lado assim, é possível visitar os museus do Vaticano. Em cada parte dele é possível ver uma história rica, longa, que nós, aqui no Brasil, não conseguimos alcançar esta dimensão. Acredito que só vendo mesmo. As mais belas pinturas que eu já vi estão naquelas paredes. É possível ver sarcófagos, tubulações antigas, esculturas. Um verdadeiro paraíso para quem é ligado a obras de arte. Além de ter contato com a natureza, podendo desfrutar algum tempo nos jardins.
Como tudo em Roma, o antigo se mistura com o moderno, e é possível almoçar lá dentro do museu mesmo. Existe uma espécie de praça de alimentação onde você pode escolher o que comer e também uma pizzaria e um café. As lojas de souveniers estão espalhadas por todo o museu. E é ali que se pode ter a possibilidade de visitar a Capela Sistina.
Tive o prazer de passar lá por duas vezes. Peguei o caminho curto e o longo. E agradeço por ter tido a disposição (depois de me alimentar) de optar por seguir o caminho longo até ela. Eu teria perdido partes incríveis do museu. A capela Sistina teve sua arquitetura inspirada no Templo de Salomão do antigo testamento. Tem o teto pintado por Michellangelo e suas paredes são uma combinação de pinturas de outros grandes nomes da época. Não se pode tirar foto, não se pode conversar, somente contemplar. É um lugar "sacro". É nela que os cardeais se reúnem para o Conclave.
Dicas importantes: Para entrar na basílica deve-se estar com roupas adequadas, nada de shorts ou camisetas. Então quem vai no verão, cuidado com a roupa. É tanta coisa, que registre apenas alguns momentos. Contemple mais o que está vendo. Nenhuma foto vai reproduzir tão bem o que os seus olhos estão vendo. Se quiser ganhar tempo, visite o museu do Vaticano antes, pois tem uma entrada para a Capela. Cuidado com quem vai ter oferecer furar fila. Caso compre as entradas para o Museu on-line, você já estará evitando filas. Chegaram a me oferecer upgrade do meu ingresso. Outro ponto, existem visitas guiadas, que podem ser super interessantes, pois ganha-se conhecimento. Eu preferi fazer tudo meu tempo mesmo.
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